Jobim vai à guerra
Revista ISTOÉ de 29/08/2009
por Hugo Marques

Um comentário à parte da matéria publicada na Revista IstoÉ:


           Duvido que exista um único militar dentro do oficialato que não soubesse - e desde FHC ! - que as FFAA fatalmente chegariam a esta condição de completa castração... se não houvesse uma reação firme do Alto Comando. Na tática de cozinhar sapo em fogo brando, aplicada ao Exército, cada vez que se elevava um grau de temperatura era anunciado claramente: - Milicos, vamos pô-los de joelhos. E a cada vez aceitaram a humilhação, a manifesta e evidente traição à Pátria... A pá de cal, estará caindo apenas sobre os honrados; que não serão misericordiosamente enterrados: antes, prefere-se que, bem vivos, assistam a transformação do Exército Brasileiro em mílícia partidária, que trocará o 7 de setembro pelo 10 de fevereiro, funesta data de criação do PT, quando, orgulhosamente sapos verde-oliva desfilarão a flâmula da estrela vermelha aos vibrantes acordes da Internacional Comunista.
           Braço forte e mão repressora sobre o povo que juraram defender à custa de suas vidas!

M. del Cistia

AVANTE Jobim diante das resistências: "Não tenho problema de enfrentamento"


           Ao anunciar a nova estrutura das Forças Armadas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou guerra à caserna. Além de subordinar ainda mais os militares ao poder civil, o projeto prevê a redução de postos de comando, transfere o controle sobre as compras de materiais das três Forças e alija os militares de todas as decisões políticas. Se custaram a digerir a criação do próprio Ministério da Defesa há dez anos, os oficiais do Exército, da Aeronáutica e da Marinha agora terão de engolir uma pílula ainda mais amarga. Na opinião de generais ouvidos por ISTOÉ, o abalo maior atingirá o Exército. Um deles, com posto de chefia no comando do Exército, afirma que as mudanças impostas por Jobim serão funestas para os quartéis. "O foco dessa reorganização é a retirada de poder das Forças Armadas. Militar vai virar enfeite", revolta-se.

           Uma das medidas que tiram o sono dos militares é a criação da Secretaria de Compras do Ministério da Defesa, que vai acabar de vez com a independência das três Forças de adquirir seus respectivos materiais. O principal argumento de Jobim é que a unificação permitirá ganho de escala.

           Mas, para os generais, cada Força tem suas necessidades específicas. Outro projeto que assusta os quartéis é a fusão dos comandos do Exército com os distritos da Marinha e os comandos da Aeronáutica. A fusão das três Forças em "Estados-Maiores Regionais" é encarada como uma pulverização do poder militar, que terá como resultado a redução de cargos de chefia.

           A cúpula teme o aparelhamento das Forças Armadas por civis e sindicalistas, como ocorreu em diversas estatais e autarquias controladas pelo PT e o PMDB. No pacote de medidas que o ministro enviará nas próximas semanas ao Congresso estão o projeto de lei para a transferência da sede da Escola Superior de Guerra do Rio para Brasília e outro para a criação de cargos de direção e assessoramento superior na ESG. Trata-se de cargos passíveis de indicação política. Para o presidente do Clube Militar, o general da reserva Gilberto de Figueiredo, certos setores exercem função de Estado. "Estão politizando o que não deve ser politizado. A Receita Federal, por exemplo, funcionava bem", compara.

           Na Aeronáutica, a preocupação é com a ideia de Jobim de transformar o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) em órgão civil. Estima-se na Aeronáutica que toda a estrutura de prevenção e investigação de acidentes no País comporte 250 cargos, grande parte DAS 8 e 9, ou seja, os maiores salários, e outros 60 de segundo escalão. Em maio, Jobim disse ao comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, que a nova política segue orientação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

           O brigadeiro argumentou que o Cenipa é 100% militar e que não há mão de obra civil para assumir as atividades de investigação de acidentes aéreos. "Será uma transição traumática", disse Saito. E desabafou com auxiliares: "A batalha está perdida".

           Para os militares, Jobim é pródigo em ideias, mas não resolve o problema crônico das Forças Armadas de falta de recursos. "O orçamento é pequeno e temos 30% contingenciados", disse à ISTOÉ o comandante do Exército, Enzo Peri. Segundo um general-de-brigada, o Exército não será contemplado com nenhum dos grandes projetos a serem assinados no dia 7 de setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu colega francês Nicolas Sarkozy. Enquanto a Aeronáutica se prepara para ganhar novos caças e a Marinha, modernos submarinos, o Exército deve se contentar com alguns helicópteros. "Os projetos da Aeronáutica e da Marinha já estavam em andamento há muito tempo", justifica o general Peri, para apaziguar os seus comandados. Ele ressalta também que há em andamento um projeto de novos blindados.

           O ministro já pôs gente de sua total confiança na direção da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), na Infraero e nos principais escalões do ministério. E certamente fará o mesmo ao preencher os cargos na nova estrutura das Forças Armadas. Jobim garante que está preparado para a batalha interna.

           "Os generais reclamam que queremos reduzir suas autonomias. Isso é verdadeiro, nas atividades que não são exclusivas de militares", avisou, quando começava a desenhar as novas medidas. "Não tenho problema de enfrentamento", banca o ministro.

Colaborou na matéria da "Revista Isto É" Claudio Dantas Sequeira.

Voltar

Notícias
O que fazer pelo Brasil

MANIFESTAÇÃO
08/03/2009
EM SÃO PAULO - NO MASP

Apesar da pouco expressiva presença de apoiadores, cerca de 70, a faixa chamou a atenção de quem passava pelo MASP. Muita gente assinou o abaixo assinado, encampado por uma das entidades participantes e que será levado às autoridades.

Cesare Battisti

Em quase duas horas de manifestação, foram distribuidos cerca de 5.000 panfletos denunciando para a população quem é o amigo de Tarso Genro.

O Jornal Folha de São Paulo, estampou uma foto da manifestação no alto da página A4 (primeiro caderno) de forma imparcial. Apenas divulgou o que ocorreu. Já o jornal O Estado de São Paulo, publicou uma pequena nota que mostra que seu pessoal precisa voltar à escola e aprender a contar. Se somente um dos grupos levou 20 pessoas à manifestação, e os outros grupos ?


O objetivo maior foi alcançado:
Unir grupos aparentemente distintos em um só ponto.
Esse pequeno laboratório permitiu saber que é possível a realização de ações coordenadas e com objetivos efetivos entre os grupos.
Vamos dar continuidade a esse trabalho e ampliá-lo mais e mais.


Nossa Proposta
União pelo Brasil


DIVERSAS IDÉIAS
UM FOCO

Esta página está sendo criada para congregar os diversos grupos de nacionalistas, patriotas, idealistas e auto-motivados Brasileiros que estão cansados de verem sempre as mesmas injustiças sendo cometidas em nosso país.

Temos um propósito claro:
A DENÚNCIA !
Temos uma arma poderosa:
COMPROMISSO COM O PAÍS !
Temos o apoio fundamental:
O SEU !
Participe de nossas ações e colabore com artigos para que possamos cada vez mais restabelecer o lema que ilustra nossa bandeira:
ORDEM E PROGRESSO

©2009 Nacionalismo é o Caminho Contato
Adicione a sua comunidade ao nacionalimo.com.br