DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS BRANCOS

      O texto à seguir é atribuído a um homem ilustre de nossa sociedade. Não conseguimos localizar uma prova cabal disso, tampouco uma declaração dele em qualquer ponto da Internet que negasse tal autoria e, assim, reproduzimos a atribuição. No entanto, lembramos a todos que o Sr. Yves Gandra é conhecido por acender "uma vela ao santo e outra ao diabo" como ouvimos na última reunião da UND.
      Longe de ser nosso desejo reverter situações como muitos apregoam, esse texto retrata que estamos perdendo o bom senso. Não é a discriminação ao branco em si, como pode parecer à priori as apologias retratadas: é o desrespeito ao DIREITO !

      Se somos todos iguais perante a Lei Magna, por que criar quistos sociais ? O Brasil sempre foi conhecido por nunca alimentar ódios internos e, agora, há quem odeie porque foi preterido na escolha por um detalhe físico, por um detalhe comportamental, por um detalhe de origem. É o "Apartheid" ganhando formas cada vez mais visíveis em nosso país.
      Em breve a maioria de "incluídos" serão excluídos, para alegria das minorias, cada vez com mais direitos que o cidadão comum, que todos os Brasileiros deveriam ter.

Leia abaixo e depois comente !


      Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

      Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles. Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

      Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.

      Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados.

      Aos "quilombolas", que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

      Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.

      Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este "privilégio", porque cumpre a lei.

      Desertores e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para "ressarcir" àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se
disseram perseguidos.

      E são tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

      Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios. 

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU,
da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos
da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.


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Notícias
O que fazer pelo Brasil

MANIFESTAÇÃO
08/03/2009
EM SÃO PAULO - NO MASP

Apesar da pouco expressiva presença de apoiadores, cerca de 70, a faixa chamou a atenção de quem passava pelo MASP. Muita gente assinou o abaixo assinado, encampado por uma das entidades participantes e que será levado às autoridades.

Cesare Battisti

Em quase duas horas de manifestação, foram distribuidos cerca de 5.000 panfletos denunciando para a população quem é o amigo de Tarso Genro.

O Jornal Folha de São Paulo, estampou uma foto da manifestação no alto da página A4 (primeiro caderno) de forma imparcial. Apenas divulgou o que ocorreu. Já o jornal O Estado de São Paulo, publicou uma pequena nota que mostra que seu pessoal precisa voltar à escola e aprender a contar. Se somente um dos grupos levou 20 pessoas à manifestação, e os outros grupos ?


O objetivo maior foi alcançado:
Unir grupos aparentemente distintos em um só ponto.
Esse pequeno laboratório permitiu saber que é possível a realização de ações coordenadas e com objetivos efetivos entre os grupos.
Vamos dar continuidade a esse trabalho e ampliá-lo mais e mais.


Nossa Proposta
União pelo Brasil


DIVERSAS IDÉIAS
UM FOCO

Esta página está sendo criada para congregar os diversos grupos de nacionalistas, patriotas, idealistas e auto-motivados Brasileiros que estão cansados de verem sempre as mesmas injustiças sendo cometidas em nosso país.

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