O império mundial da burla
DIÁRIO DO COMÉRCIO - Disponível em 17/7/2009 :
http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=34123
por Olavo de Carvalho - 13/12/2009 - 19h53


"Tutto è burla nel mondo"
(Falstaff, na ópera de Verdi)


           Até umas décadas atrás, o jornalismo refletia a convivência das três forças que determinavam a sua orientação: o orgulho profissional dos jornalistas, que concorriam entre si na tarefa de informar mais e melhor; os objetivos econômicos dos empresários de mídia; e os diferentes interesses políticos que, através desses dois grupos, disputavam a hegemonia sobre as redações.

           A variedade das combinações possíveis demarcava os perfis dos diferentes órgãos de mídia.   Nos anos recentes, entretanto, tudo mudou. 

           1) Por toda parte, a propriedade dos órgãos de mídia concentrou-se nas mãos de empresas multinacionais bilionárias, associadas ao projeto de governo mundial e dispostas a sofrer por ele até mesmo vultosos prejuízos financeiros. A tremenda queda de prestígio e a quase falência de jornais como o New York Times ou o Los Angeles Times não os induziu a mudar no mais mínimo que fosse as respectivas orientações políticas que puseram seus leitores  em fuga: ao interesse financeiro imediato de uma empresa em particular sobrepõem-se os interesses estratégicos maiores dos grupos empresariais que a controlam de longe.

           2) Desde que as maiores universidades, em quase todos os países do Ocidente, caíram sob o domínio de intelectuais ativistas imbuídos da mentalidade "pós-moderna" e "desconstrucionista", isso teve um efeito letal sobre a formação profissional dos jornalistas: a simples noção de objetividade jornalística não pode sobreviver num ambiente cultural onde a crença em verdades objetivas é tratada como um resíduo supersticioso de épocas bárbaras e um odioso instrumento de opressão capitalista. Se a obrigação dos intelectuais já não é mais buscar a verdade, mas apenas dar apoio a causas feministas, gayzistas, abortistas, globalistas e socialistas, mesmo o jornalista que não tenha grande entusiasmo pessoal por essas causas fica desprovido de um critério de veracidade pelo qual possa julgá-las, e acaba colaborando com elas, no mínimo, por omissão.

           3) A convergência desses dois fatores gerou a uniformização ideológica da mídia em escala mundial, transformando-a num maciço e coerente aparato de propaganda que cada vez menos admite divergências e cada vez mais se empenha em selecionar as notícias segundo sua conveniência política. O noticiário fraudulento tornou-se a norma imperante, só contestada em publicações menores e em alguns sites de jornalismo eletrônico, facilmente neutralizados como "loucos", "teóricos da conspiração", "fofoqueiros da internet" etc.     

           Em resultado, os acontecimentos mais decisivos são frequentemente mantidos fora do horizonte de visão do público, enquanto lendas, mentiras e imbecilidades úteis à causa comum do globalismo e da militância jornalística são alardeadas como verdades definitivas, sem que se ouça uma única voz de protesto contra a fraude geral. As grandes empresas jornalísticas já não têm nem mesmo a preocupação de camuflar a uniformidade mundial das campanhas que promovem: outro dia, 44 dos 56 maiores jornais do mundo publicaram o mesmo editorial, repetido em toda parte ipsis litteris, em favor da centralização do poder em escala mundial, para salvar o planeta de riscos – aliás perfeitamente inexistentes.

           Outro dia, a Rede Globo, dona absoluta da audiência e, portanto,  da formação da mentalidade pública neste país, exibiu novamente, como dado científico comprovado, o famoso gráfico de Al Gore, em que duas curvas, uma assinalando os aumentos das emissões de CO2, outra as elevações da temperatura terrestre, se superpõem harmoniosamente, "provando" a origem humana do aquecimento global.

           Nos meios científicos, todo profissional idôneo sabe que as curvas são similares, sim, mas que as elevações de temperatura antecedem e não se sucedem ao aumento das emissões de CO2. Al Gore inverteu propositadamente causa e efeito para fomentar a campanha do imposto mundial.

           Já o escândalo do "Climagate", em que prestigiosos cientistas foram surpreendidos tramando falsificação de dados, vem sendo abafado por todos os meios possíveis: se você depender do New York Times ou da CNN para informar-se a respeito, terá a impressão de que a vigarice de alguns pesquisadores isolados não afeta em nada a confiabilidade das teses dominantes quanto ao aquecimento global. Impressão falsa. 

           Philip Jones, Keith Briffa e Michael Mann, os pesquisadores de East Anglia pegos de calças na mão, são os principais autores dos dois relatórios da ONU que servem de base à campanha do imposto global, isto é, da extorsão global de três bilhões de dólares para salvar o mundo de uma ameaça forjada
(http://www.telegraph.co.uk/comment/columnists/christopherbooker/6738111/Climategate-reveals-the-most-influential-tree-in-the-world.html).

           Do mesmo modo, os órgãos da "grande mídia" não publicam uma só linha quanto aos processos que a jornalista austríaca Jane Burgermeister  está movendo contra a Organização Mundial da Saúde, o governo Obama e algumas poderosas indústrias farmacêuticas. 
As vacinas contra gripe suína, já obrigatórias em alguns estados americanos, e que a presidência Obama pretende impor a todo o país, estão contaminadas com o vírus da gripe aviária, muito mais perigosa: é o que afirma Burgermeister, sustentando as suas palavras com ações que não são de ordem a  tornar a sua existência nem um pouquinho  mais confortável  (v. www.theflucase.com).

           Cada vez mais, entramos em um novo mundo,  onde não se poderá confiar em nenhuma instituição, em nenhuma autoridade, em nenhum prestígio, e onde cada um terá de buscar a verdade por seus próprios meios, se os tiver.


Recomendações de Olavo de Carvalho:

www.olavodecarvalho.org
www.seminariodefilosofia.org
www.midiasemmascara.org

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Notícias
O que fazer pelo Brasil

MANIFESTAÇÃO
08/03/2009
EM SÃO PAULO - NO MASP

Apesar da pouco expressiva presença de apoiadores, cerca de 70, a faixa chamou a atenção de quem passava pelo MASP. Muita gente assinou o abaixo assinado, encampado por uma das entidades participantes e que será levado às autoridades.

Cesare Battisti

Em quase duas horas de manifestação, foram distribuidos cerca de 5.000 panfletos denunciando para a população quem é o amigo de Tarso Genro.

O Jornal Folha de São Paulo, estampou uma foto da manifestação no alto da página A4 (primeiro caderno) de forma imparcial. Apenas divulgou o que ocorreu. Já o jornal O Estado de São Paulo, publicou uma pequena nota que mostra que seu pessoal precisa voltar à escola e aprender a contar. Se somente um dos grupos levou 20 pessoas à manifestação, e os outros grupos ?


O objetivo maior foi alcançado:
Unir grupos aparentemente distintos em um só ponto.
Esse pequeno laboratório permitiu saber que é possível a realização de ações coordenadas e com objetivos efetivos entre os grupos.
Vamos dar continuidade a esse trabalho e ampliá-lo mais e mais.


Nossa Proposta
União pelo Brasil


DIVERSAS IDÉIAS
UM FOCO

Esta página está sendo criada para congregar os diversos grupos de nacionalistas, patriotas, idealistas e auto-motivados Brasileiros que estão cansados de verem sempre as mesmas injustiças sendo cometidas em nosso país.

Temos um propósito claro:
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