Verás que um filho teu... Não, não verás
DIÁRIO DO COMÉRCIO - Disponível em 17/7/2009 :
por Olavo de Carvalho


           Este é o motivo pelo qual nos vemos obrigados a pensar que somos realmente fanáticos.            Lembro-me das palavras do galês John Jenkins:
           “Direi três coisas sobre o fanatismo.
           Primeira: se é verdade que o fanático tem a força de dez homens, assim é porque os outros nove não podem ser incomodados.
           Segunda: nem sempre é verdade que o fanático não considera o custo da ação; tornei-me fanático porque não estava disposto a aceitar o resultado da inação.
           Finalmente: a sobrevivência de meu país e a prosperidade da sua cultura e herança, requerem uma devoção feroz e inabalável à Pátria acima de tudo o resto.
           «Acima de tudo o resto» inclui família, perspectivas de futuro, carreira, saúde, liberdade e a própria vida. Acredito, na realidade tenho a certeza, que meu país pode inspirar este tipo de fanatismo, e que este fanatismo é o catalisador essencial para mover a maioria do povo”.
           Mais uma vez, Olavo de Carvalho acerta a ferida !

J.C. Basile


           Como é possível que, menos de duas décadas após a dissolução da URSS, os partidos e movimentos de teor inequivocamente socialista, que então pareciam destinados à lata de lixo da História, podem ter avançado o bastante não só para dominar o continente latino-americano praticamente sem encontrar resistência, mas também para criar a campanha de ódio anti-americano mais bem sucedida de todos os tempos, ludibriando a opinião pública mundial ao ponto de fazer a guerra no Congo (quatro milhões de mortos até 2004) desaparecer sob a gritaria geral contra a guerra do Iraque?

           Deslindar as causas efetivas do fenômeno é menos importante do que identificar e eliminar as condições ambientes que o possibilitaram, especialmente na medida em que foram criadas pelos adversários mesmo do socialismo, quer se denominem liberais ou conservadores.

           A primeira dessas condições é a própria inexistência de uma “internacional de direita”, ou mesmo de direitas nacionais unificadas em cada país afetado pela ascensão da esquerda. A unidade do movimento esquerdista mundial é cada vez mais visível na harmonia geral das suas mensagens, no instantâneo apoio recíproco entre iniciativas geograficamente distantes entre si, na incrível coordenação entre as organizações mais díspares e aparentemente incompatíveis, na uniformidade dos slogans gritados em cinco continentes.

           Do outro lado, até o mais poderoso movimento conservador do mundo – o americano – isola-se cada vez mais na esfera das questões nacionais e até regionais, sem nem pensar em assumir a luta fora do território americano.

           Na América Latina, a incomunicação, incompreensão ou mesmo hostilidade entre os vários grupos inconformados com a dominação esquerdista bloqueia qualquer iniciativa maior – exceto na Colômbia e, quase paradoxalmente, na Venezuela – e vai cada vez mais reduzindo os partidos de direita à condição de auxiliares menores da “esquerda moderada”, na qual, com o auto-ilusionismo dos desesperados, acabam depositando e desperdiçando seu restinho de capital eleitoral, cada vez mais minguado.

           Na verdade, o maior sonho dessas organizações não é lutar e vencer: é conquistar a benevolência do inimigo e ser dispensados da luta. Tanto que, quando alguém do seu lado as convida a lutar, elas imediatamente tratam de mandar às urtigas o “radical”, o “fanático”, ostentando isso em seguida, diante do trono real, como prova de “moderação” e “equilíbrio”, os novos nomes da subserviência, da acomodação e da covardia.

           No Brasil, não há sequer uma militância liberal ou conservadora. Há apenas um eleitorado solto, esparramado e inerme, sem ter quem fale por ele, e milhares de jovens que, sem meios de ação, descarregam sua frustração e desesperança em blogs, isto quando não se estapeiam uns aos outros em fóruns de discussão, para maior alegria da esquerda triunfante.


Recomendações de Olavo de Carvalho:

www.olavodecarvalho.org
www.seminariodefilosofia.org
www.midiasemmascara.org

Voltar

Notícias
O que fazer pelo Brasil

MANIFESTAÇÃO
08/03/2009
EM SÃO PAULO - NO MASP

Apesar da pouco expressiva presença de apoiadores, cerca de 70, a faixa chamou a atenção de quem passava pelo MASP. Muita gente assinou o abaixo assinado, encampado por uma das entidades participantes e que será levado às autoridades.

Cesare Battisti

Em quase duas horas de manifestação, foram distribuidos cerca de 5.000 panfletos denunciando para a população quem é o amigo de Tarso Genro.

O Jornal Folha de São Paulo, estampou uma foto da manifestação no alto da página A4 (primeiro caderno) de forma imparcial. Apenas divulgou o que ocorreu. Já o jornal O Estado de São Paulo, publicou uma pequena nota que mostra que seu pessoal precisa voltar à escola e aprender a contar. Se somente um dos grupos levou 20 pessoas à manifestação, e os outros grupos ?


O objetivo maior foi alcançado:
Unir grupos aparentemente distintos em um só ponto.
Esse pequeno laboratório permitiu saber que é possível a realização de ações coordenadas e com objetivos efetivos entre os grupos.
Vamos dar continuidade a esse trabalho e ampliá-lo mais e mais.


Nossa Proposta
União pelo Brasil


DIVERSAS IDÉIAS
UM FOCO

Esta página está sendo criada para congregar os diversos grupos de nacionalistas, patriotas, idealistas e auto-motivados Brasileiros que estão cansados de verem sempre as mesmas injustiças sendo cometidas em nosso país.

Temos um propósito claro:
A DENÚNCIA !
Temos uma arma poderosa:
COMPROMISSO COM O PAÍS !
Temos o apoio fundamental:
O SEU !
Participe de nossas ações e colabore com artigos para que possamos cada vez mais restabelecer o lema que ilustra nossa bandeira:
ORDEM E PROGRESSO

©2009 Nacionalismo é o Caminho Contato
Adicione a sua comunidade ao nacionalimo.com.br