Saindo da Ilusão Democrática

Iniciamos aqui uma série de artigos a respeito da questão
eleitoral no Brasil, o cerne do problema no sistema político
vigente, o multipartidarismo e a ausência de fidelidade aos
próprios estatutos e à ética em geral, as urnas eletrônicas e,
talvez o mais grave problema, o eleitorado e suas interações.

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A democracia atual nada mais é que uma maneira de formalizar, por meio do voto direto, o interesse de grandes conglomerados econômicos, a saber, das grandes marcas, empreiteiras e bancos.

Ela define apenas uma forma de ilusão, onde temos que aceitar as decisões de uma maioria induzida ao voto irresponsável e fundamentalmente interessado em suas necessidades individuais e de categorias das mais diversificadas.
Ou seja, uma democracia ilusória e que decreta o modo de pensamento único que reflete apenas o individualismo, o materialismo, a plutocracia e o hedonismo, como ideal de vida, contrariando os verdadeiros fundamentos de uma sociedade saudável e que deveria buscar destinos superiores para si mesma.

Lamentavelmente este é o caso do Brasil.
Esses conglomerados, interessados nas benesses advindas da vitória dos seus candidatos, definem a sua cartilha, onde qualquer tentativa de contestação fundamentada em princípios verdadeiramente democráticos e sustentada por valores como a família, a propriedade e a moral, são tidos como retrógrados, anacrônicos e essencialmente fora da realidade.
E estas concepções valem para todos os lados, direita, esquerda, abaixo e no setentrional, menos para o alto e no sentido vertical, para onde deveria seguir uma sociedade saudável.
Assim, o ideal ilusório da liberdade é oferecido como desvio nesta busca tendo varias opções: corrupção, liberdade sexual, feminismo, aborto, drogas, “gaysismo” e tantas outras “alternativas” que visam apenas a satisfação da Bios, ou do corpo, num sensualismo e libidinagem nunca antes vistos.

Estas são as opções de massificação e preparação para o voto, perpetrado pelas novelas, telejornais e literatura dominante, fomentada pelos financiadores das campanhas eleitorais.
Não importa o partido, os financiadores são os mesmos e seus métodos de distração seguem a mesma fórmula. Para estes financiadores não interessa fomentar a disseminação da disciplina, da ordem, do belo e do altruístico. Estes são valores que não interessam a eles, por representarem uma mudança de paradigma e conseqüente suicídio das suas idéias degenerativas.
A liberdade que se pretende alcançar pelo voto direto na atual conjuntura política brasileira, apenas é o resultado da sedução pelos instintos primários para aqueles que votam e a satisfação crocodiliana para aqueles que colhem seus frutos: grandes contratos e favorecimentos, como bem demonstrados pela atual operação Lava-Jato, realizada pela Polícia Federal. Esta estratégia vem dando certo, haja vista que mais da metade dos congressistas brasileiros estão envolvidos em alguma tramóia em benefício próprio ou de terceiros.

Diante desta realidade, é forçoso levantarmos uma questão: permanecermos desgraçadamente aceitando suas aberrações, até a aniquilação completa do pouco que ainda se tem dos valores que edificaram o Brasil como um país de potenciais ímpares, ou sairmos desta ilusão democrática.
Pela primeira opção, a degradação alcançará patamares perigosos, até para os seus interessados.
Vide o caso do impeachment da Presidente Dilma, substituída recentemente, onde o sistema acaba carecendo de reformas urgentes para a própria manutenção. Haja vista as medidas anunciadas pelo atual presidente interino, Temer, que na prática apenas substituiu um discurso por outro mais sutil, travestido de mal necessário, mas que, em sua essência, continua favorecendo algumas categorias do serviço público, com aumentos de salários e remunerações, visando a manutenção do poder e posteriormente, continuar concedendo benefícios aos financiadores de campanha, sem suspeitas ou contestações.  Em contrapartida, os verdadeiros brasileiros preocupados com os destinos da sociedade, vão sendo alvos de verdadeira patrulha ideológica, com difamações e distorções das mais variadas, anunciadas pela mídia vendida e patrocinada pelo sistema.
Já na segunda opção, optamos por edificar verdadeiras fortalezas como a solidariedade, a disciplina e a família.

A solidariedade em sensibilizar-se pelos diversos problemas sociais, buscando alternativas que visem à valorização do cidadão como eleitor ciente de suas responsabilidades e obrigações, mas também ciente de seus direitos e daquilo que é OBRIGAÇÃO do Estado.
Para isto, a disciplina em buscar conhecimento, a concentração no objetivo de mudança e o alinhamento na confecção de estratégias para a mudança. A família objetivando reforçar sua constituição, tradicional e não como reprodutora das degenerações lançadas pelo sistema para destruí-la e, com ela, as noções primárias de valores altruístas que justificam a sua máxima, como a celula matter da sociedade. 

Portanto, ao contrário de votarmos de forma isolada nas mesmas legendas de sempre e que se revezam no poder sem efetivamente prover melhorias na busca por melhores destinos, se buscássemos a tomada de consciência de que a democracia brasileira provê mais danos que soluções, tendo em vista que vivemos no País:

- mais violento do mundo, onde todas as guerras juntas do planeta não somam a quantidade de homicídios atualmente praticados por aqui, cerca de 55 mil por ano; - que as estatísticas de desenvolvimento educacional apontam para uma linha descendente de forma alarmante;
- que temos os maiores juros estatais e privados do planeta e
- que a noção de moral e bons costumes estão ficando ao largo e em berço esplendido,

... esta tomada de consciência é fundamental como ponto de partida para o entendimento de que no atual Estado, as únicas escolhas permitidas são aquelas dentro de seus limites e que suas decisões, na maioria dos casos, são definidas de forma escusa e mediante acordos de todos os tipos em seus bastidores.

Em verdade, não adianta as mesmas legendas e os mesmo agentes se revezarem no poder, você não decide nada! A alternativa que nos resta, além das especificadas, é conhecer seu candidato, buscar informações sobre ele, saber quais são seus planos e plataformas de governo e não reeleger quem está ai e nem votar nas atuais legendas que estão sempre no topo.
Do contrário, a alarmante solução é a revolução, mas esta não se processará sem uma mudança de paradigma e isto levará décadas. 

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